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Deficiências minerais
Deficiências minerais

Deficiências minerais = quebra no desempenho.

Em quantidades grandes ou mínimas ou mesmo infinitesimais, os minerais são essenciais para o funcionamento correcto do organismo. Reflecte em 3 deles. Desportistas em risco.
 
Os desportistas com mais risco de deficiências minerais são: os que estão limitados a dietas restritivas (< 1500 kcal/dia) associadas a treino intenso: bailarinos, ginastas, jóqueis; os que querem ficar magros; os que estão sujeitos a categorias de peso: desportos de combate (boxe, luta greco-romana, judo), etc.




Magnésio, a chave para o equilíbrio nervoso e muscular

As suas funções de transportador de oxigénio participam no metabolismo energético (co-factor para mais de 300 enzimas), a função neuromuscular, a transmissão do influxo nervoso. Uma sessão de treino intenso pode reduzir o nível de magnésio no sangue.

Um nível baixo de magnésio no sangue (hipomagnesemia) traduz-se em grande fadiga física e mental, talvez com cólicas (músculos extensores) e alfinetes e agulhas. Hipomagnesemia.

A hipomagnesemia (redução de magnésio no sangue) aumenta com: stress, temperatura ambiente, hiperventilação. Origem das deficiências de magnésio na ingestão inadequada de magnésio (más escolhas alimentares, particularmente com alimentos de baixa densidade nutricional), consumo excessivo de açúcares simples, ingestão excessiva de proteínas.

Alimentos ricos em magnésio. Os alimentos mais ricos em magnésio são de origem vegetal: vegetais e frutas (frescos, secos, oleaginosos), cereais completos, cacau. Existem também nalgumas águas.